segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Homo homini lupus
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Asquerosidade Inaugural
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Os Tentáculos da Escrita
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Ensino Inferior
Agora, por mais incrível que possa parecer, temos ambos os casos - maus alunos e mau professor - numa aula do ensino superior. Tudo se passou na Universidade dos Açores, numa aula do curso de Engenharia Civil. Um grupo de alunos repetentes tratam de desestabilizar uma aula em que o professor não é capaz nem tem capacidade de se impor. Ao longo da gravação percebe-se que é uma situação continuada. O docente desenha no quadro aquilo que é um sistema por ele inventado de colocar desordeiros na rua. No entanto, ele próprio não sabe lidar com os tais desordeiros. A chacota continua até que uma desrespeitada ordem dele para desligar um computador o faz, em silêncio, terminar e sair da aula. A ver aqui:
Parte 2, Parte 3, Parte 4
Sem querer entrar em reflexões vãs de como vai o ensino por cá, faço apenas uso da expressão popularizada por Hélder Medeiros: grandes labregos!
domingo, 20 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Senhor, é um engano propositado
De eufemismos vive a nossa política. Ontem, na audição da Comissão Parlamentar de Saúde, Maria José Nogueira Pinto, talvez saturada de suavidades, disfemisticamente, chama o deputado Ricardo Gonçalves de palhaço. São estes os nossos representantes.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Ambulâncias & Vinho Tinto II
sábado, 14 de novembro de 2009
O Código Macedo
1. "Abrir o jogo"Se alguém "perde tempo" com as páginas de opinião do jornal "Açoriano Oriental", decerto que já se deparou com alguma "crónica" do deputado regional Jorge Macedo.
Macedo, "eleito" responsável para "malhar" no governo regional por causa da "trapalhada marítima" que "aqueceu" este verão de 2009, como já devem ter reparado, gosta de aspas. De aspas e de expressões idiomáticas.
2. O "desafio"
O "Bota Sentido", curioso, não quis ficar "à sombra da bananeira" e "agarrou com unhas e dentes" a oportunidade de "partir" na demanda de descodificar a escrita de Macedo, até "chegar" a uma teoria.
3. Os "pontos nos is"
O "enfado" literário com que Macedo nos "brinda", que "põe a cabeça em água" de muita gente, é um golpe de tortura ao governo regional e, por arrasto, ao PS/A , porque mais ninguém, até do PSD/A, tem a paciência para ler tal desarranjo.
Contaram as aspas?
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Ambulâncias & Vinho Tinto
Soprados os balões, alguns bombeiros - em serviço - acusaram níveis de álcool no sangue já considerados crime, tendo havido mesmo casos de detenção.
Mesmo que fosse dia de S. Martinho, não pode ser visto como um caso isolado. O abuso do álcool das pessoas com profissões que requerem um alto grau de responsabilidade é uma realidade continuada mas muitas das vezes é abafada internamente. Resolve-se um ou outro caso pela calada mas o problema não se resolve.
Por cá, a comunicação social não sabe fazer uso do seu papel de 4º Poder. Não denuncia.
E ficamos na mesma, mais copo, menos copo.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Sem lei nem grei

Vila de Rabo de Peixe, terra de difícil estudo. Se num lado temos um pólo mais abonado e civilizado, no outro, apesar de um forte investimento social e material, persiste a desordem e a pobreza, principalmente a de espírito.
Então não é que um valente, ou melhor, violento grupo de 300 indivíduos, insurge-se contra as forças de segurança, provocando um alarido há muito tempo não visto? Vejam aqui no Candilhes, blog atento ao que por cá se vai passando.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Anno Domini MMIX
Após analisar diferentes casos de confissões, o prelado referiu "casos complexos e delicados" como os fenómenos diabólicos, místicos e presumivelmente sobrenaturais.
Girotti incluiu nos diabólicos os casos de possessão e obsessões e aconselhou a intervenção de um exorcista, enquanto nos casos ligados ao misticismo e à histeria o ideal será consultar peritos religiosos." (fonte)
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Uma violação conveniente?
Ontem, segunda-feira, o jornal Açoriano Oriental deu conta, na sua primeira página, de uma violação a uma idosa na Clínica do Bom Jesus, em Ponta Delgada. Hoje, volta a destacar o assunto e informa-nos que o alegado violador é funcionário daquela instituição prestadora de cuidados de saúde e terá alegadamente abusado sexualmente de uma paciente que se encontrava internada na clínica. O caso ocorreu domingo ao final da tarde, tendo motivado uma grande revolta dos familiares da vítima, que segundo informações recolhidas por este jornal surpreenderam o funcionário no quarto a violar a paciente.
Conta quem sabe que, naquele final de tarde de domingo, em hora de tratar da higiene dos pacientes, o funcionário (pessoa respeitosa e competente, segundo os seus colegas) estava a preparar a senhora, como nas outras vezes - e, inclusivé, já o tinha feito à outra idosa que se encontrava no quarto -, para lhe dar banho, daí ela se encontrar nua no momento em que familiares seus decidiram entrar no quarto e dar inicio ao drama. Acontece ainda que a alegada violada tem vários meses de dívida à clínica, que, não parecendo, até pode ter alguma coisa a ver com o caso. Esta é, portanto, mais uma versão deste triste acontecimento.
Façam lá o favor de botar sentido nisto nos próximos capítulos.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Há dias assim
Agosto não está a defraudar as expectativas. Depois de dois meses de Verão sofríveis, o sol e o calor apareceram em máxima pujança e uma pessoa, que gosta de passar as peles pela água salgada, começa a sentir o chamamento das ondas e não é capaz de lhe resistir. Mas, naquela manhã de Domingo, estava a escapar-me um acontecimento que, em anos anteriores, preparava com dedicação. Era, pois, Domingo de festa lá da freguesia, ou, se preferirem, lá da paróquia, porque muitas vezes não sabemos onde uma começa e outra acaba, de tão entrelaçadas com estão.
Nisto, passou-se o dia e, não sei se por tais razões, já em casa, comecei a sentir uma má disposição. E uma pessoa, quando sente essas coisas, dirige-se ao seu laboratório, que é, como quem diz, a casa-de-banho. Senta-se no seu trono e força aqui, força ali, naquele vexame agoniado, perdoem-me a indelicadeza, saem três peidos sufocados, o último via-se que estava a morrer. Mais nada. Para cereja em cima do bolo, salvo seja, na água que tinha deixado no bidé estava uma asquerosa barata toda escancarada. A custo, retirei-a de lá e, com pena minha, despejei a água. Logo eu, que até sou uma pessoa que se preocupa em poupar água, em consideração pelos alertas dos doutores do ambiente, que não querem que gastemos muita água, para eles poderem encher as suas piscinas. Há dias assim.
